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Vendas do setor
distribuidor de aço crescem 17,7% em junho
As vendas do setor de
distribuição de aço somaram 326,9 mil toneladas em junho, o que representa
aumento de 17,7% ante o mesmo mês do ano passado e de 2,1% na comparação com
maio, conforme o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). No
acumulado do ano, as vendas tiveram alta de 28,1%, para 1,968 milhão de
toneladas. A média diária das vendas em junho foi de 15,6 mil toneladas. No
mês, as compras do setor de distribuição chegaram a 455 mil toneladas.
O volume subiu 106,9% em relação
a junho do ano passado e ficou estável em relação ao mês de maio, com
ligeira alta de 0,6%. No acumulado do primeiro semestre, as compras
totalizaram 2,352 milhão de toneladas, com expansão de 85,3% ante a
primeira metade de 2009.
Em junho, os estoques aumentaram
37,8% ante o mesmo mês do ano passado e subiram 12,3% na comparação com
maio, para 1,168 milhão de toneladas. Os estoques são correspondentes a 3,6
meses.
(Fonte: Monitor Mercantil/RJ
- 23/07/2010)
PIB mineiro
deve crescer mais do que o nacional
O Produto Interno Bruto (PIB) de
Minas Gerais deverá continuar a trajetória de crescimento acima do nível dos
indicadores nacionais em 2010, conforme especialistas consultados pelo
DIÁRIO DO COMÉRCIO. As perspectivas são atribuídas ao perfil econômico do
Estado, baseado no setor primário, além de investimentos industriais que
poderão beneficiar a economia.
Somente no primeiro trimestre
deste ano, o PIB mineiro cresceu 12,2% em relação ao mesmo período de 2009,
conforme dados da Fundação João Pinheiro (FJP). Já o nacional obteve
incremento de 9% na mesma base de comparação, segundo o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No entanto, o presidente da
Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado
Júnior, lembrou que ainda há muito para ser recuperado por parte do setor
produtivo mineiro.
As exportações de minério, por
exemplo, apesar de crescimento de 35,2% no primeiro semestre, ainda são
inferiores aos resultados verificados no mesmo período de 2008, antes da
eclosão da crise. "Foram embarcadas 73,491 milhões de toneladas neste
ano, contra 75,308 milhões de toneladas nos primeiros seis meses de 2008.
Conforme Machado Júnior, em
virtude da economia ainda ser atrelada ao setor primário, principalmente
commodities minerais e agrícolas, os impactos da crise financeira, que
eclodiu em setembro de 2008, foram maiores no Estado.
Em 2009, por exemplo, o PIB
mineiro caiu 2,7% em relação ao ano anterior. Já os indicadores da economia
do país apresentaram retração de 0,2% na mesma base de comparação.
De acordo com o presidente da entidade,
a maior vulnerabilidade da economia mineira demonstra que ainda há
necessidade de investimentos para gerar maior valor agregado à produção
industrial mineira.
Ainda segundo o presidente da
Fiemg, entre fatores que preocupam em relação ao crescimento econômico
neste ano está a elevação da taxa básica de juros (Selic), que foi elevada
em 0,5 ponto percentual para 10,75% ao ano pelo Comitê de Política
Monetária (Copom) do Banco Central (BC). "Foi mais um balde de água
fria", afirmou.
Conforme o professor de Economia
da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Cláudio Gontijo, as
perspectivas de manutenção de crescimento da economia do Estado acima da
média nacional são impulsionadas pelas exportações de commodities,
sobretudo o minério de ferro, que é o principal item da pauta de comércio
exterior de Minas.
A manutenção da demanda por parte
das siderúrgicas chinesas deverá dar continuidade às exportações do insumo
por parte da indústria extrativa no Estado, de acordo com Gontijo.
Os embarques das commodities
também foram apontados pelo professor da Faculdade Ibimec Márcio Antônio
Salvato como o principal fator para o incremento do PIB. "Para crescer
é preciso aumentar as exportações", afirmou.
As perspectivas de crescimento do
PIB em patamares acima dos resultados nacionais também são impulsionadas
pelos últimos indicadores da atividade do setor no Estado. Entre janeiro e
maio a produção industrial em Minas apresentou alta de 24,54%, enquanto a
média nacional alcançou 17,24% na mesma base de comparação, conforme
levantamento do IBGE.
Os investimentos do setor
industrial também deverão contribuir para o crescimento do PIB mineiro em
2010, conforme o diretor comercial da Soltz Mattoso & Mendes Auditores
Independentes, José Roberto Mendes. "São aportes expressivos que geram
empregos e renda, o que resulta no crescimento da economia", disse.
Entre os investimentos em
andamento que deverão colaborar para o incremento da economia, conforme o
especialista, estão os do setor automotivo, que manteve o crescimento mesmo
em meio à crise financeira global.
A indústria automobilística foi
beneficiada pelo pacote de isenção e redução do Imposto sobre Produtos
Industrializados (IPI) para veículos, concedido pelo governo federal no
final de 2008. A desoneração tributária, finalizada em março último para
automóveis e comerciais leves, resultou em vendas recordes para o setor,
que manteve os investimentos.
Além disso, segundo Mendes,
setores como siderurgia e mineração também estão anunciando aportes no
Estado, o que impulsionará a economia. Conforme já publicado, a atração de
investimentos no Estado deverá alcançar cerca de R$ 80 bilhões até o final
do ano.
Entre os aportes já confirmados
estão os do grupo gaúcho Gerdau, que investirá R$ 2,4 bilhões em Ouro Branco
(Campos das Vertentes). Além disso, a Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais
S/A (Usiminas) vem realizando inversões na implantação de uma segunda linha
de galvanizado em Ipatinga, no Vale do Aço.
(Fonte: Diário do Comércio –
22/07/2010)
Brasil produziu
em junho 47% mais aço em relação a 2009
O Brasil produziu 2,9 milhões de
toneladas de aço em junho, 47% acima de junho de 2009. Os Estados Unidos
produziram 7,2 milhões de toneladas de aço em junho, alta de 65% ante junho
de 2009. A produção de aço bruto da União Europeia, dos Estados Unidos e do
Canadá ainda está 15% abaixo dos níveis de 2007, mas a Ásia e o Oriente
Médio mostraram crescimento perante a produção de 2007. A produção da China
cresceu 9% em junho, para o total de 53,8 milhões de toneladas. O Japão
produziu 9,4 milhões de toneladas de aço bruto em junho, aumento de 35,9%.
A Coreia do Sul produziu 4,8 milhões de toneladas, com alta de 22%. Na
União Europeia, a produção de aço bruto da Alemanha foi de 3,9 milhões de
toneladas (alta de 53%). A Itália produziu 2,3 milhões de toneladas em
junho (alta de 33%).
(Fonte: DCI - 21/07/2010)
País pode
atingir, este ano, PIB per capita histórico
Se foi insuficiente para elevar a
participação do Brasil no Produto Interno Bruto (PIB) global, o crescimento
mais acelerado dos últimos anos fez a renda per capita atingir níveis
recordes. Nas estatísticas do Fundo Monetário Internacional (FMI), o valor
mais alto do PIB per capita brasileiro foi alcançado em 2008: US$ 10.325,
pelo critério conhecido como Paridade do Poder de Compra (PPP, na sigla em
inglês). Este ano, segundo o Fundo, deve chegar a US$ 10.289.
Mas, como essa projeção foi
elaborada antes de a instituição aumentar sua estimativa para o crescimento
do País no ano (de 5,6% para 7,1%), é provável que o PIB per capita de 2010
seja o maior da história brasileira.
É um valor baixo se comparado ao
dos Estados Unidos, por exemplo, onde o PIB per capita supera os US$ 46
mil. Mas superior ao da China (US$ 6.500) e Índia (cerca de US$ 3 mil). É
por isso que alguns especialistas argumentam que o Brasil não precisa
almejar as taxas de crescimento da China e da Índia - o estágio de
desenvolvimento já está mais avançado aqui.
"O problema do PIB per
capita é que se trata da média. Como sabemos, o Brasil é um dos países com
a maior desigualdade do mundo", lembra o economista Simão Davi Silber,
professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São
Paulo (USP). O Brasil tem o 9.º maior PIB do mundo, mas é apenas o 73.º no
ranking do PIB per capita.
O Programa das Nações Unidas para
o Desenvolvimento (Pnud) informou que o Brasil é o 3.º país mais desigual
do planeta, melhor apenas do que Bolívia, Madagascar, Camarões, Tailândia,
África do Sul e Haiti.
Existem receitas variadas para
reduzir a desigualdade. O ponto comum nas avaliações: investimento em
educação.
(Fonte: Estadão – 26/07/2010)
FIT-BH 2010
O Festival traz a Belo Horizonte
diversas atrações internacionais, nacionais e locais. As apresentações acontecem
em toda a cidade. As nove regionais da cidade receberão espetáculos.
A programação em espaços abertos
(ruas, praças, parques) será totalmente gratuita. Já as apresentações em
palcos e espaços alternativos terão ingressos vendidos a preços acessíveis
à população.
Além da extensa grade de
espetáculos, o público pode contar com a programação dos Eventos Especiais.
São exposições, debates, workshops e atividades destinadas para a formação
e atualização de profissionais de artes cênicas.
Outra atração da 10ª edição é a
Mostra Movimentos Urbanos. A mostra contempla apresentações de artistas e
grupos representantes da cultura popular tradicional e contemporânea da
cidade. O tradicional Ponto de Encontro continua sendo um espaço de
convivência entre os atores e o público.
Vendas antecipadas
As vendas antecipadas do FIT
serão realizadas de 19 a 29 de julho. Nesta edição, os ingressos poderão
ser comprados pela internet (endereço a ser divulgado em breve), além de
postos de venda físicos, sendo o valor de R$24 (inteira), além dos pacotes
promocionais (que irão variar de R$22 a R$12).
Serviço
Data: De 05/08 até
15/08
Impropriedade: Sob consulta
Onde: (Depende do
espetáculo)
Observações: Site oficial - www.fitbh.com.br
(Fonte:
www.guiabh.com.br)
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